domingo, 29 de novembro de 2015

Despedida

Pois é, cá estou eu de novo no meio o povão, ambulantes oferecendo de tudo, muita gente, muitas cores. Foi aqui que passei os últimos 30 dias. Armado com minha inseparável câmera, iPad, passaporte, dinheiro: meu kit de sobrevivência, nunca deixado para atrás. Agora? mão nos bolsos, sem foto, sem nada. Quase não pareço turista. Cansei de vagar pelos salões de piso de mármore, atmosfera de lavanda; seus mais de 10 restaurantes. E as cores, onde estão?  Aqui no hotel tudo é muito acético. Pela primeira vez vejo gente gorda.
Vou esperar a fome chegar e comer, ou melhor, deixar eles me comerem mais uns US$ 100,00.
Tudo aqui merece uma foto, do piso de mármore aos arranjos de flores. Mas é melhor consultar diretamente aqui para saber do meu hotel, em vez de minhas fotos.
Reparem que dei até um trato no visual pra não chegar no hotel com cara de mendigo (faz um mês que não faço a barba )
Veja só esse arranjo de flores! Mas bastou cruzar a rua em frente do hotel e nos deparamos com essas fantásticas charretes iluminadas de neon, que piscam. Pode não ser de bom gosto, mas são incríveis.

PS: esse episódio sofre uma mudança radical, que só ficarão sabendo no próximo episódio, ou post.


















sábado, 28 de novembro de 2015

Hawa Mahal

Palácio dos Ventos em Jaipur. Sua fachada é um cartão postal da Cidade. Tem quase 1.000 janelas de onde as mulheres podiam observar a movimentação na rua sem serem vistas. Esconder as mulheres da sociedade tem nome: purdah. Como vemos, desde sempre, ninguém confiava na mulherada. Para mim não passa de um feitiche, tipo espiar pelo buraco da fechadura. Em alguns lugares é possível ser vista da rua de corpo inteiro. Além disso, tem janelinhas também viradas para dentro do palácio. Daí . . .
Vejam só a quantidade de janelinhas por toda a parte.


















sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Ilha Elefanta


Na minha época, feminino de elefante era elefoa ou aliá. Mas parece que essa terceira forma também vale . . .
Essa ilha a uns 20 min de barco de Mumbai, também foi adotada pela Unesco. Se não me engano é uma ilha vulcânica onde escavaram na pedra templos em homenagem aos deuses Shiva, Vishna e Brahma. (desculpe erro de ortografia).
As cavernas são mal iluminadas e as fotos prejudicadas. Como disse, chega-se de barco e depois pôde-se comprar uma passagem de trenzinho, o que não poupa você de subir o morro, para variar.
Ao longe do barco, o Taj Mahal Hotel onde passei a última noite e passei adiante meus últimos trocados!